Criativos feitos para performar, não para premiar. Vídeo, estático e copy produzidos em lote, testados dentro das suas campanhas e trocados antes de fatigar.
Falar no WhatsAppDepois que a segmentação automática tomou conta do Meta Ads e do Google, restou pouca coisa sob controle do anunciante. Público, posicionamento e lance são cada vez mais decididos pelo algoritmo. O que continua inteiramente nas suas mãos é o que aparece na tela — e é por isso que hoje o criativo responde pela maior parte da variação de resultado entre duas campanhas com o mesmo orçamento.
Na prática: trocar o público de uma campanha ruim raramente a salva. Trocar o criativo, com frequência, sim.
São ofícios diferentes e confundi-los custa caro.
O criativo de branding existe para ser lembrado. Tem tempo, tem construção, tem sutileza, e o sucesso dele se mede em meses. O criativo de performance existe para parar o dedo em menos de dois segundos, entregar uma ideia só e provocar uma ação agora. O sucesso dele se mede em custo por venda no fim da semana.
Um anúncio pode ser bonito, ganhar elogio no story e destruir seu custo por aquisição. Nós fazemos o segundo tipo — e o julgamos pelo número, não pelo gosto.
Antes de qualquer produção, definimos o ângulo: qual dor, qual público, qual promessa. É o ângulo que decide se o anúncio funciona; a execução decide o quanto.
Cinco vídeos com o mesmo ângulo e edições diferentes ensinam pouco. Cinco ângulos distintos, mesmo com produção simples, mostram em uma semana qual conversa o seu mercado quer ter. Depois disso vale investir em produção — e aí ela rende.
Criativo não se aprova em reunião, se aprova no leilão.
Uma campanha estável que começa a piorar sem motivo aparente quase sempre está com fadiga: a mesma peça viu o mesmo público vezes demais. A frequência sobe, o CTR cai, o custo por resultado sobe devagar — e como a queda é gradual, muita gente demora meses para perceber e culpa o algoritmo.
A defesa é ter peça nova entrando antes de a antiga cair. Por isso tratamos criativo como fluxo contínuo, não como entrega fechada.
Quando o criativo é feito por um fornecedor e a campanha por outro, o aprendizado se perde no meio do caminho. Quem edita não vê qual peça segurou o custo por venda; quem gerencia a mídia recebe arquivo pronto sem poder pedir o corte que os dados pediam.
Aqui as duas coisas acontecem no mesmo time. O dado da campanha vira briefing da peça seguinte na mesma semana — e é isso que faz o custo por aquisição cair ao longo dos meses em vez de oscilar.
Se você ainda está definindo a estratégia de mídia, comece pela gestão de tráfego pago. Se já anuncia e quer melhorar a peça, o criativo é o lugar mais rápido para ganhar resultado.
Analisamos o que já rodou, quais peças fatigaram e onde o criativo atual está encarecendo sua aquisição.
Desenhamos de três a cinco hipóteses de comunicação distintas — dor, prova, oferta e objeção — antes de produzir qualquer coisa.
Cada ângulo vira peça em vídeo e estático, adaptada para os posicionamentos onde vai rodar.
As peças rodam com verba controlada e são julgadas por custo por venda, não por curtida ou opinião de reunião.
O que vence recebe verba e ganha variações. O que perde sai. Peça nova entra antes da antiga fatigar.
Uma marca de cosméticos de Goiânia que precisava escalar suas vendas online. Com uma estratégia integrada de Facebook Ads e Google Shopping, transformamos completamente os resultados.
A satisfação dos nossos clientes é o nosso maior indicador de sucesso.
“A Xpose transformou nosso marketing digital. Em 3 meses, triplicamos nossas vendas online com um ROAS que nunca imaginamos alcançar.”
“Antes da Xpose, gastávamos em ads sem resultado. Agora temos uma fila de espera de pacientes e um custo por lead 70% menor.”
“A equipe da Xpose entende de performance de verdade. Nosso app saiu de 200 para 3.000 pedidos por mês em 6 meses.”
“Profissionais excepcionais. Lotaram minha agenda em menos de 2 meses com campanhas super segmentadas no Instagram.”
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“Com a Xpose, nosso e-commerce cresceu 320% em faturamento. A estratégia de Google Shopping deles é impecável.”
Fazemos os dois, e recomendamos que andem juntos. Quando criativo e mídia ficam em fornecedores diferentes, o aprendizado se perde: quem edita não vê qual peça segurou o custo por venda. Ainda assim, atendemos quem já tem gestor de tráfego e precisa só da produção.
Não é obrigatório. Funciona muito bem quando o dono ou um especialista aparece, porque gera confiança rápida, mas trabalhamos também com UGC de terceiros, demonstração de produto, depoimento de cliente e peças sem rosto nenhum.
Não trabalhamos com um número fixo, porque ele seria errado para a maioria das contas. Verba maior queima peça mais rápido; operação menor sustenta a mesma peça por muito mais tempo. O volume sai do diagnóstico, olhando a frequência e a curva de desempenho das suas campanhas — e é revisto conforme a conta cresce.
Pelo número, dentro da campanha. Olhamos retenção nos primeiros segundos, CTR e principalmente custo por resultado de negócio. Criativo que gera muito engajamento e nenhuma venda é considerado ruim aqui, mesmo que todo mundo tenha gostado.
Sim. Os arquivos são seus, entregues organizados. Assim como as contas de anúncio, nada fica preso à agência.
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